Posts Tagged ‘comedia’

Zé Gerúndio em “Os MITs da vida” (cap.2)

Sunday, August 16th, 2009

Quem lembra da série onde Zé Gerúndio, o detetive-herói que sempre vai estar ajudando você, conseguiu após imenso custo, capturar o Encoxador Misterioso?

Pois é! Essa série teve uma segunda temporada com nova trama, novos personagens e um novo autor (leia aqui). E agora estamos com a terceira temporada escrita dessa vez a oito mãos e quatro cabeças. O que será que vai acontecer? Por onde andará Zé Gerúndio e seu fiel escudeiro Dog nesses capítulos que estarão por vir?

Leiam as duas primeiras temporadas aqui:

>>> A Caça ao Encoxador Misterioso (Documento Tupiniquim e Dicas Sobre Nada)
>>> Encoxando na Clínica (Dicas Sobre Nada)

E acompanhem os primeiros quatro capítulos da terceira temporada, boa leitura e principalmente, ótimo divertimento:

>>> Capítulo 1 – A Grande Padronizadora – por Adnor Junior no blog Dicas Sobre Nada
>>> Capítulo 2 por esse que vos escreve aqui no dT (leia abaixo)
>>> Capítulo 3 – Após a Fuga – Por Enio Vedovello no blog Dicas Sobre Nada
>>> Capítulo 4 – Papagaio de Pirata – Por Toninho Moura no blog Dicas Sobre Nada

——-

- É isso mesmo Dog. Preciso estar investigando.

- Arf!

- Não. Tenho certeza que aquele desavergonhado tava envolvido nessa fuga. Não posso estar deixando isso passar. Entende?

- Arf…

Concordou Dog, que mesmo sabendo do perigo de Zé Gerúndio ir atrás desse assunto, tinha certeza
de que nada poderia fazer para detê-lo.

Zé Gerúndio passou a mão no telefone e ligou pra Juliana Maçã para conversar. Ele precisa de mais detalhes além da reportagem que lera no jornal, porém sabia bem qual o preço que a astuta repórter lhe cobraria, e desses valores Zé tinha de sobra em sua conta, e é claro que pagaria uma de duas pequenas prediletas com prazer.

Hora marcada, local também. Zé saiu, de banho tomado vestindo uma de suas camisetas mais novas que acabara de ganhar no auto-posto Piraporinha, uma bermuda que só usa pra ocasiões especiais e claro, seu chinelo de dedo da sorte. Por sinal, era exatamente o mesmo que usou no dia em que capturou o Encoxador Misterioso.

Se despediu de Dog e foi em direção à casa de Juliana Maçã. Duas horas e três ônibus depois, Zé estava lá, no apartamento da repórter que estava muito bem arrumada. Chamava atenção não só pelos conhecidos furos de reportagem, mas também pela aparência jovial e sorriso cativante. Juliana sabia bem disso e sempre usou desses artifícios para conseguir se aprofundar nos assuntos em que estava envolvida.

Ela abriu a porta e lá estava aquele homem inesquecível. Juliana parecia ter perdido um pouco de suas forças nas pernas ao olhar pra Zé, ali parado com seu sexy olhar estrábico. Ela corou e ele a abraçou com firmeza e carinho ao mesmo tempo. A repórter estava enfim entregue aos encantos do herói.
Duas horas depois, Zé estava sentado no sofá da sala de Juliana Maçã só vestindo bermuda e chinelo com ela ao lado abraçada a ele, vestindo a camiseta do Auto-posto Piraporinha e roupas de baixo, cabeça encostada carinhosamente no peito magro porém cheio de energia de Zé Gerúndio. Começaram a conversar sobre a notícia e quem havia escapado da clínica psiquiátrica. Agora era certo. O Encoxador Misterioso estava solto novamente.

- Nossa! Deu um trabalhão estar pegando esse sem vergonha…

- Zé balançou a cabeça negativamente e cabisbaixo continuou.

- Mas menina. Pra onde será que esse cabra foi?

- Não sei, Zé. Não sei… Mas ele não está sozinho… e tem outra! Todos os fugitivos eram ex-profissionais conceituados da área de TI, sabe?

- Sei sim. É aqueles doido que mexe em computador, né?

- Isso.

- O que será que tem a ver… Tenho que estar investigando isso.

- Olha isso aqui, Zé. É uma entrevista que fiz com o Dr. Gláucio Valério. Leia…

E Zé Gerúndio leu, piscou o olho com força com se fosse focar melhor, e começou novamente. Juliana apoiada em seu peito suspirava intrigada com as informações que coletara.

De repente como se tivesse acabado de conceber a mais genial das idéias, Zé se levanta e vai em direção à porta.

- Mas Zé… espera um pouco. O que foi?

- Tenho que estar entrando num desses MITs que o doutor aí citou. Tenho que saber mais… Tenho que estar sabendo quais informações eles podem estar fornecendo.

- Mas como você vai fazer isso?

- Ainda não sei… Como estar entrando no MIT?

- Não sei… Mas sem camiseta você não pode começar. Pega a sua de volta.

E Juliana tira a camiseta do Zé que estava vestindo e lhe entrega. Como além da roupa de baixo, a camiseta era a única coisa que ela vestia, Zé olhou e resolveu esperar mais umas duas horas na casa da repórter antes da sua nova empreitada.

Amigo Secreto no Ônibus

Thursday, December 11th, 2008

Jogo de futebol com o pessoal da empresa. É… Faz bem pra saúde, dizem. Ainda mais pra um bando de sedentários ortodoxos assumidos e sem pudores. Redundâncias à parte, claro que uma ambulância ao lado da quadra é algo quase necessário. Todo cuidado é pouco para quem não costuma usar suas veias de forma mais potente, por assim dizer.

Mas o papo aqui não será sobre sedentarismo, tampouco sobre futebol (nem queiram saber o que aconteceu naquela quadra). Quero falar sobre o caminho até o tal jogo. Isso tudo ocorreu num dia de semana comum. Era cedo. Era muito cedo! Então eu tive que acordar muito mais cedo que o normal e entrar no ônibus mais cheio da história, jogar bola e depois trabalhar. Muita força na peruca e simbora! Claro que não é um jogo de futebol qualquer que vai tirar meu desgosto extremo de andar nos coletivos. Mau humor a toda lá vem ele, o ônibus. E vem exageradamente cheio.

Na subida do ônibus já ouço uma gritaria incomum. O que era? Tive que tirar os fones de ouvido pra entender…

- Ô dona Flora! Dona Flora! Falta alguém?

Como é possível faltar alguém tendo em vista uma quantidade de pessoas daquelas?

- Falta não Negão! Pode passar o saquinho.

Passar o saquinho? Dízimo? Um ataque dos “irmãos” dentro do coletivo?!

- Dá licença meu querido! Rapidinho que o negócio aqui é sério.

Sério? Deve ser muito mesmo pra alguém querer se locomover em meio ao mar humano dentro daquele veículo. Em todo caso, o simpático tripulante de codinome “Negão” veio em minha direção querendo papo.

- Opa meu jovem. Quer participar também?

- É comigo?

- Claro!

- Participar no que?

- Do amigo secreto do busão. R$1,99 e tá dentro! É tranqüilo.

Mas heim? Amigo secreto? Será que eu entendi direito?

- Amigo o que?

- Amigo secreto! Manja? Aquela brincadeira de troca de presentes e tal…

- Pô! Eu sei o que é. Mas é que eu não pego o ônibus nesse horário.

- Ahhh… Mas vem aí na quarta… vai ser bacana! Tem os três japinhas, tem a dona Flora que é a dona de toda a coisa aqui… É só chegar.

- Certo.

- Posso por seu nome?

- Meu nome? Não cara! Não sei se vou poder…

- Bom, vai pensando aí.

Amigo secreto do busão. Uma das coisas que eu jamais imaginaria existir. É aquele negócio: Quando você acha que já viu tudo…

- O Negão! Tá sobrando três papeizinhos aqui. Que sacanagem é essa?

- Três? Deve ser os japinhas. Eles deram nome-fria, dona Flora!

Nome-fria? Mas o que é isso, meu São Jonicleison!

- Vê direito o nome dessa japoneisada aí, Negão!

- Opá! Japoneisada não, dona Flora! São meus amigos ninjas. Esse aqui é o “Bruce Lin”, esse outro é o “Jack Lin” e o terceiro é o “Jack Xeng”.

Pronto. Eu, espremido de todas as formas, tomando pisadas no pé e cotoveladas, estava enfim me divertindo no ônibus.

- Fala aí Bruce Lin! Você deu nome-fria, não deu não?

- Não é fria não…

- Olha lá, heim… E não quero saber de “xaximim” quarta-feira, nem pão com “mortandela”. Quero um “rocombole”.

- Beleza!

E assim foi até eu descer e ir pro futebol noutro clima. Impressionante como tem gente que carrega o dom de fazer os outros rirem. O cara organizou um amigo secreto no “busão” ao lado da dona Flora, o motorista, o cobrador, Bruce Lin, Jack Lin, Jack Xeng, Carlinha, Soneca e mais um monte de gente. E quem não participou do sorteio, ao menos se divertiu como poucas vezes numa situação daquela. O problema vai ser acordar cedo daquele jeito na quarta… E outra: o que será que a dona Flora gosta? Tirei logo a coroa braba no sorteio.

El Dia Internacional de Hablarse Portuñol

Friday, October 31st, 2008

Holla señores e señoras!!!

A quem no está sabiendo, hoy és lo Dia Internacional de Hablarse Portuñol! Una grande data em que se celebra la mezcla de los dos idiomas hermanos, lo español e lo portugues. Los dos formaram uno que em la realidad no é nem uno.

Lo tiexto que está a ler en esto blogue está escrito en lo portuñol. Non é en español, nem en portugues, por tanto no me critique! Este es solamente una homenaje a la data muy importante de la interné mundial!

El Documiento Tupiniquim, este hermoso blogue brasileño, dice “hasta luego” a todos los queridos hermanos e especial a las hermanitas muy guapas que viven en las nacions visinhas (menos para los argentinos, por supuesto).

Manolo, Pepe, tragan una tequilita para mi, por favor! Gracias.

Adios! Arriba!!!

(mira! e tien muy informacion contenida en esta página para usted ler)

Biro-Biro Desbanca Ronaldinho

Sunday, October 12th, 2008

Pois é. Profissionais da internet e da publicidade quase sempre elogiam aquela ação viral do Ronaldinho Gaúcho rebatendo seguidas vezes algumas bolas na trave sem deixar cair no chão. Era impressionante e a dúvida que sugiu na época era se ele conseguia fazer aquilo mesmo? Bom, independente das respostas, era um vídeo que chamou muita a atenção do internauta em geral, profissional ou não.

Mas anos depois, o vídeo definitivo dessa série está no ar em mais uma ação viral bacanuda. O grande Biro-Biro, ex jogador do Corinthians na década de 80, desbancou o Maradona ano passado em uma ação da Coca-Cola muito comentada e elogiada.

Essa também é da Coca? Pode ser. É boa também? É melhor, na minha modesta opinião, pois além de tudo, apresenta a todos o verdadeiro rei do futebol. Eu, na qualidade de santista, me rendo à categoria de Biro-Biro (Heresia meu rei Pelé! Heresia!).

Vamos lá! Confiram o vídeo…

Tudo Funciona numa Oficina

Thursday, September 4th, 2008

Quem nunca ouviu falar, ou mesmo viveu uma daquelas situações em que algo só não funciona com você? Carro é o exemplo clássico. Barulhos, falhas, temperaturas elevadas, tudo acontece quando estão só você e ele. Aí, você arruma um tempinho e leva o automóvel no mecânico. Lá, você explica qual o problema e o cara coça a barba com a mão toda suja de graxa, entra no carro com as calças sujas de graxa, e nada acontece. Os problemas não estão mais lá. Numa oficina mecânica, tudo funciona, inclusive um acessório que seu carro nunca teve.

- Bacana seu DVD, heim chefia?

- DVD? Esse carro nunca teve DVD!

É uma questão não-científica que todo mundo já ouviu falar. O que aconteceu com tudo de ruim que estava acontecendo ao seu carro? Os problemas estão na verdade na próxima esquina esperando você passar com sua cara de bobo, para retornarem correndo ao veículo. São problemas tímidos.

Acontece também com computadores. É impressionante! Você convida aquele seu amigo que manja muito de computador pra uma cervejinha (nota: manja muito quer dizer qualquer um que saiba mais do que você). Já na sua casa, após quinze minutos de conversa, você encontra a deixa que precisava para convidá-lo novamente, só que agora pra consertar sua máquina que insiste em não ligar há duas semanas. Ela não liga, faz barulhos estranhos, apitos jamais ouvidos antes (inclusive pelo criador do sistema). O seu amigo já percebe que você não queria botar o assunto em dia porcaria nenhuma, queria mesmo era um técnico de baixo custo (duas cervejas bastam). Enfim, mal humorado, seu “amigão” senta em frente ao seu computador possuído pelos piores demônios vindos direto do inferno, e liga. Você faz cara de dor esperando por todo aquele festival de sons e imagens jamais vistos anteriormente, mas a máquina liga normalmente. Depois de um profundo suspiro, seu irritado amigo levanta e diz que tem um compromisso. Vai embora. Qual o saldo? Ele nunca mais aceitará um convite seu, e o computador dará o mesmo problema sobrenatural no momento em que o técnico grátis se for. Batata!

Isso acontece em muitas situações. Alguns problemas, imagino eu, portam sim uma espécie de personalidade. Essa personalidade fica entre tímida e até brincalhona. Os problemas só surgem em particular. Talvez seja pra curtir com sua cara de bobo quando o especialista te olha após constatar que tudo está em perfeito funcionamento com seu aparelho, carro ou seja lá o que for. Talvez também aconteça que o problema é encabulado. Não gosta da exposição direta. Ele só se sente a vontade com você, e só se apresenta quando estão os dois num momento mais íntimo, a sós e a luz de velas.

No entanto, nem sempre essa timidez acontece somente com os problemas. Problemas tímidos são parte do nosso cotidiano e temos mais familiaridade com eles. Agora, e quando não são os problemas que se escondem na presença de outras pessoas? E quando são habilidades e qualidades que se escondem no exato momento em que se tem que apresentá-las? Aí a vergonha é maior ainda.

- Então… no seu CV eu vejo que você tem boa articulação pra comunicação verbal…

- Bom… é… é que… bom… não sei bem… é que eu não entendi. Pode repetir?

Acho que é pior, né? E como consertar isso? Não sei. Não é como um carro ou computador. Existe um mecânico para esses problemas humanos? Ah é! Não adianta. Se houver ou houvesse uma oficina mecânica para humanos, lá tudo funcionaria.

Pra ilustrar tudo, olhe um típico caso desses mostrado nesse célebre desenho animado.

Esse também é um #postdado com tema sugerido por comentário pelo Herbert Sulivann, que na verdade é o RR, meu companheiro de batalhas na colmeia. Falta pouco pra acabar a campanha… Inté a próxima!

A Pizzaria do Gumercindo

Thursday, August 28th, 2008

- Alô?

- Alô. Sim, pois não?

- Eu quero falar com o Gumercindo… o Gumercindo taí???

- Olha rapá, o Gumercindo deu uma saída, volta só pela tarde. Aqui é Joel, irmão dele. Quem tá falando?

- Bom… se não é o Gumercindo, não vou falar quem sou…

- Mas quem é que tá falando, o que você quer?

- Tá bom vai… Quero uma pizza de calabresa e uma toscana? Tem toscana aí?

- E aqui tem pizza? Você tá de brincadeira comigo? Eu sou trabalhador e não tenho tempo pra essas coisas de trote, seu desocupado filoduma! Vem aqui que eu lhe parto a cara, seu abusado!

- Tsc! Mal educado… vou comprar na concorrência! Mesmo assim vou querer falar com o Gumercindo. Quero reclamar de você. Cadê ele?

- Você me respeite! Mas que safado, vejam só.

Ele tá é na sua casa com a sua mulher, seu veado.

- Ah! Então ele tá aqui…? Espera um pouquinho na linha. Vou lá falar com ele…

Um minuto depois…

- Hei! Tá querendo me enganar? Ele não tá aqui… Cadê o Gumercindo…?

- Já disse que saiu. O senhor faça-me o favor de ligar pela tarde. Agora me deixe trabalhar.

- Tá bom, eu deixo. Mas a pizza chega em quanto tempo? Aí tem aquelas promoções dos 28 minutos???

- Essa promoção é de esfiha, idiota! Ah, faça-me o favor…

- Ah! Entendi… Então quero dez de carne e cinco de queijo, por favor!

- Você é mesmo um saf…

- E uma coca também, por gentileza.

- Safado! Safado! O que você quer? Heim? O que você quer? Desavergonhado!!!

- Tsc. Nunca mais ligo aí. Vocês não sabem atender o cliente.

- Quer me enlouquecer? Quer? É isso? Safado…

- Sabe qual é o problema do mundo? Pessoas com mania de perseguição iguais a você… Vamos encerrar esse papo assim que você me chamar o Gumercindo.

tu tu tu tu… (finalmente)

Mãe Joana e Danicreissu

Tuesday, August 5th, 2008

- Mizinfia vai ter que fazer um banho com fôia de urtiga, e prifume Chanel número 5…

- Mas Mãe Joana! Urtiga não dá coceira?

- E mizinfia tá duvidando de Mãe Joana?

- Não, mãezinha… Longe de mim!

- Então, se mizinfia quisé teu homi de volta, faz o banho.

- O perfume não pode ser um daquele genérico do contém 1g?

- Uai… se mizinfia quisé um homi genérico…

- Deus me livre, mãe… De homem fajuto já basta nessa vida!

- Então suncê intendeu tudo?

- Entendi, mãe… Se eu fizer tudo que a senhora falou, meu amor volta com certeza, né?

- Ê Ê! Num é bem assim, mizinfia…

- Ah não? Então como é, Mãe Joana? Explica pra eu não errar… eu imploro.

- É assim: Além do banho, suncê tem de saí moiada do banho e na mesma hora tem de i atrás do seu homi com um charuto na boca. Tá anotando? Bão, aí quando tu encontrá ele, vai com o charuto soltando umas baforada na cara dele e fazendo uma dancinha assim, ó…

- Mas mãe…

- Num me interrompe! Ê Ê! Dispois de tudo isso, vai tê que seduzi o fio. Vai jogá todo seu charme nele, e assim ele vorta pra suncê.

- Mas mãe… Se eu chegar me coçando, toda molhada, com um charuto na boca, e fazendo essa dancinha, como é que vou conseguir seduzir alguém? E outra: se for pra seduzir, pra que eu preciso disso tudo?

- Tá faltando fé, mizinfia… e se faltá fé, suncê num consegue nada!

- É… Como sempre a senhora tem razão. Eu tenho fé que vou conseguir o Danicleyson de volta…

- Ê Ê! “Dani” o quê, mizinfia? Danicreissu? Mas com um nome desses suncê devia de guardá a mandinga pra otro homi, num acha?

Adicionar artigo ao blinklist Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar artigo ao Del.icio.us Adicionar artigo ao Digg! Adicionar artigo ao DiHitt Adicionar artigo ao Eu Curti Adicionar artigo ao Furl Adicionar esta noticia no Linkk Adicionar artigo ao Rec6 Adicionar artigo ao reddit Adicionar artigo ao Slashdot Adicionar aos Favoritos Technorati Sabedorize esta not¿ia no WebSapiens

Quer ter estes botões no seu site? Acesse