Comparação Perigosa
Friday, January 25th, 2008Nem sempre somos elogiados, apesar de gostarmos muito! Já recebi alguns elogios assim como críticas diversas. Enfim, tudo isso faz parte de nosso cotidiano.
Há um bom tempo recebi a alcunha “Panda” de uma amiga da escola em tempos de colegial. Confesso aqui que no início era Pandinha, e eu e alguns amigos bondosos (diferentes do Pato_Mto_Doidão), fizemos uma espécie de upgrade de apelidos e o transformamos em Panda, que depois virou Pandão! Muito mais macho! Enfim, foi difícil e demorado.
Na blogosfera acabamos por conhecer gente muito boa! Tem pessoas blogueiras de todo o tipo. Sacanas, porém dos que me relaciono com mais proximidade, curto falar com todos. Essa aproximação acaba por abrir um leque de meios de comunicação entre os contatos, e com isso temos programas de mensagens instantâneas como o MSN e redes sociais como o Orkut, pra citar alguns exemplos mais populares.
Outro dia, estava eu falando com a Thera, garota muito bacana do blog Aritmante. Sempre que falo com ela, me divirto pra baralho! Só que em outro dia ela me pediu ajuda sobre uma função do Orkut, e eu a ajudei lembrando que não a tinha em minha rede. Adicionei-a e por MSN pedi para que ela aceitasse. Tudo normal. Eis que veio uma resposta ao meu pedido assim ó:
(tentarei reproduzir o mais fielmente pois no trabalho não salvo o histórico de conversas)
Fernando “o Pandão”: Vai menina! Me adiciona logo!!!
Thera Fajyn: Tá, vou aceitar seu pedido, mas não por sua cara de traficante no perfil, e sim por uma em que parece o “filho do Osama Bin Laden bem nutrido”…
Filho do Osama Bin Laden bem nutrido??? Uatafóqui meu!?
Só que com essa, devo admitir que nunca fui tão bem zoado em toda minha existência. Eu ri durante um bom tempo e claro que fui verificar em qual das fotos em meu perfil “orkutiano” eu parecia com o mais famoso dos terroristas.

Vocês acharam? Eu discordo Thera! E outra, menina, quer o FBI atrás de mim? Eles me torturando então… Imagine eu sentado numa cadeira estilo filme hollywoodiano sento posto na parede e os caras de terno e gravata perguntando:
- Cadê seu pai? Não vou perguntar de novo, cadê seu pai?
Tô fora! Apesar da descendência distante libanesa, não conheço o figura que se não me engano é saudita.
Senhores agentes federais dos Estados Unidos da América, nação tão estimada por mim (eca!), não tenho nada a ver com ele, e se eu vê-lo por aqui prometo ligar pra “naine uan uan” (911) e falar pra vocês, combinados?

